sábado, 26 de setembro de 2015





Músicos em ordem de batalha – Mons. Jonas Abib
“A música tem poder. Ela pode envenenar ou salvar.”Em primeiro lugar, sua vocação é ser cristão, ou seja, um outro Cristo. Ser cristão é ser continuador de Cristo. Antes de qualquer coisa, o músico é cristão, por isso precisa ter, no coração, a ânsia de salvar almas. Dom Bosco tinha um lema: “Dai-me almas e ficai com os resto. Fica com o resto; o resto não me interessa. O resto é resto. Dai-me almas! Eu quero as almas”.Não posso ser diferente pelo fato de ser filho de Dom Bosco, mas porque, como ele, sou cristão. Se você é cristão, nós temos a mesma vocação. Somos outro Jesus. Como continuador de Cristo, só posso viver assim: “Dai-me as almas, o resto não me interessa, o resto é resto”.
Ministério de música é fundamental, é tropa que vai à frente. Ele não vai se exibindo nem tocando bonito apenas para fazer aparato. Não é como nos desfiles, para ser aplaudido! A melhor “fanfarra” ganha prêmio. A melhor “baliza” ganha troféu. Não confunda isso com escola de samba. Ministério de música não é desfile; é tropa de combate. 
É um exército em batalha! Você músico, está na linha de frente para se defrontar com o inimigo. Se você traz instrumentos nas mãos, eles são para a guerra. Se traz vestes especiais, elas são para a guerra. Em cada atividade que você participa na paróquia, tocando nas Missas, nas reuniões, nos grupos de oração, nos louvores, nos shows de evangelização, nos grandes cenáculos, onde quer que seja, o objetivo é atingir as ovelhas.
O objetivo é tomar as ovelhas das garras do lobo, arriscando a própria vida. Você pode até dizer que só está cantando, mas é preciso ter um coração de evangelizador! Você está cantando por causa da evangelização, por essa razão têm de cantar com o poder de atingir almas e converter corações.
A música tem poder. Ela pode envenenar ou salvar. A música nunca é neutra, pois tem uma flecha com algo na ponta. É como os índios faziam: as flechas levavam remédio ou veneno. Não existe música inócua. Você precisa ser a boca de Deus para atingir com vida e salvação.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Neste dia, ó Maria







Neste dia, ó Maria,

Nós te damos nosso amor!




SE CREMOS que Deus é Pai; se cremos que Jesus é o Cristo, o Ungido, o Filho de Deus, também precisamos respeitar, honrar e amar a mãe de Jesus, a Virgem Maria.

Se cremos que todos os que amaram verdadeiramente a Deus nesta vida estão no Céu, e que aqueles que seguiram Jesus e morreram acreditando nele estão ao seu lado, seria o cúmulo do absurdo supor que a mãe do Cristo aqui na Terra não estivesse junto a Ele no Céu. 

http://www.ofielcatolico.com.br/2010/01/veneracao-virgem-maria.html

terça-feira, 22 de setembro de 2015



A crucificação já existia antes do poderoso Império Romano. Tem a sua origem na Pérsia.
No império romano, em principio era reservado as classes baixas, os escravos e os estrangeiros.
Em todo domínio do Império a crucificação era praticada com grande crueldade e requinte de perversidade.
Para os nobres e intelectuais romanos a crucificação era considerada uma punição terrível, escandalosa e bárbara, da qual se devia evitar até ouvir e falar sobre ela.
Para o grande político e o maior orador romano Marco Túlio Cícero (106-43 a.C.) falou dessa punição horrorosa. Disse ele: “Era a mais cruel e revoltante penalidade, que devia ser reservada só para os escravos, e em último caso”. “A própria palavra cruz, devia não apenas ficar longe do corpo de um cidadão romano, mas também de seus pensamentos, de seus olhos e seus ouvidos”, escreveu o autor das famosas catilinárias.
Para o cidadão romano ou estrangeiro que tinha a cidadania romana, a pena capital era a decapitação pelo golpe de espada romana.
Os dois primeiros apóstolos mártires de Roma: São Pedro e São Paulo. O primeiro foi crucificado de cabeça para baixo, que também era costume e o segundo pela sua cidadania romana foi decapitado.
A cruz é a expressão monumental do triunfo do glorioso cristianismo e o logotipo da santíssima fé vitoriosa. A cruz é o marco central do amor da redenção humana pela graça do bom Deus. A mensagem mais poderosa do mundo é a proclamação da cruz de Cristo. É o maior escândalo e a maior loucura para os incrédulos.
A verdadeira pregação do evangelho é centralizada no Cristo crucificado e ressuscitado (1 Cor. 2,2; At 2,23.24).
A cruz e o símbolo mais importante e conhecido do cristianismo. Assim professamos no Credo Apostólico: “Padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado”.
De tantos crucificados numa terra pobre, miserável, conturbada, cheia de conflitos políticos e religiosos, tão distantes da capital do Império Romano, porque um crucificado causou tanta agitação para as autoridades judaicas e romanas?
A resposta foi registrada pelo apóstolo São Mateus: “O centurião e os que com ele guardavam Jesus, ao verem o terremoto e tudo mais que estava acontecendo ficaram muito amedrontados e disseram: De fato, este era o filho de Deus!”

EIS A CRUZ DE CRISTO, PENHOR DA NOSSA VITÓRIA.

https://catolicosnarede.wordpress.com/2009/06/26/o-poder-da-cruz-de-cristo/